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26 de abril

Faciap divulga pesquisa estadual sobre expectativas de venda para o Dia das Mães

Foram ouvidos 1.000 empresários nas regiões de Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, Guarapuava, Ponta Grossa e Francisco Beltrão

 

Pesquisa contratada pela Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap) aponta as expectativas de vendas dos empresários em relação à segunda data comercial mais importante do varejo brasileiro, o Dia das Mães. Para isso, foram entrevistados mil empresários de Curitiba e Região Metropolitana, Londrina, Maringá, Cascavel, Guarapuava, Ponta Grossa e Francisco Beltrão, entre 3 e 7 de abril.

 

O objetivo da pesquisa foi detectar a impressão dos empresários neste cenário de pandemia, com protocolos e decretos limitando a atividade comercial. A pesquisa demonstrou que 29% acreditam que vão vender igual ao ano passado, e para 24% as vendas serão superiores a 2020. Ou seja, 53% tem a expectativa de estabilidade ou melhoria nas venda.

 

Em relação à economia, os empresários mostraram-se preocupados, porém, esperançosos. O Índice de Confiança do Comerciante, que avalia o entusiasmo em relação à atual situação econômica do Brasil e à situação financeira dos clientes para os próximos seis meses, ficou em 125 pontos, numa escala de 0 a 20, o que demonstra confiança na melhoria das vendas.

 

“O momento é único em função da pandemia, de preocupação momentânea e otimismo com o futuro. Acreditamos que com o controle da pandemia, a economia vai retormar seu curso normal, com aumento da produção, de empregos e do consumo. Nossa maior preocupação no momento é com a vacinação, que precisa ser acelerada e para isso contamos com o apoio do poder público”, afirma o presidente da Faciap, Fernando Moraes.

 

Investimentos

 

A pesquisa Faciap mostra, também, que a maioria dos lojistas, em média 61%, afirmam que a pandemia continua afetando a vida do comerciante. Nesse período, os comerciantes se viram obrigados a se adaptar à nova realidade e, inclusive, investir no seu negócio para amenizar essa queda nas vendas. Grande parte deles (62%) investiu na contratação de entregadores/delivery, em comunicação e em vendas on-line.

 

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